Deputados do PSD de Leiria reúnem com APEPI e Mulher Século XXI

Reunião com APEPI e Mulher Século XXI

No mês em que se assinala o Dia Internacional da Mulher, os deputados do PSD eleitos pelo círculo de Leiria reuniram com duas instituições que têm trabalhado com vítimas de violência doméstica: a APEPI – Associação de Pais e Educadores para a Infância e a Mulher Século XXI – Associação de Desenvolvimento e Apoio às Mulheres.

Apesar de ainda não existirem dados oficiais relativamente a 2020, o impacto da pandemia no aumento ou na agudização de casos já existentes de violência tem merecido alertas por parte das Nações Unidas e Comissão Europeia.

No caso da APEPI, houve mesmo um aumento do reporte de casos de violência: em março de 2020 havia 15 vítimas a serem acompanhadas, havendo em março de 2021 65 vítimas. Esta instituição lamentou a dificuldade de implementar todas as leis que têm sido aprovadas e a morosidade da justiça que leva a que as vítimas não sejam protegidas como deviam. Durante a reunião, foram vários os elogios à antiga Secretária de Estado do PSD, Teresa Morais, que mereceu mesmo o reconhecimento de a Casa Abrigo ter sido baptizada com o seu nome.

Já a Associação Mulher Século XXI referiu que a grande alteração de paradigma foi na forma de atendimento. O atendimento presencial foi largamente substituído pelo atendimento telefónico.

PSD questiona o Ministro da Educação sobre a manutenção das injustiças no concurso adicional para o Ensino Artistico

Assunto: Concurso adicional para o Ensino Artístico mantém injustiças

Destinatário: Ministro da Educação

No dia 26 de janeiro de 2021 foi finalmente lançado o Procedimento Adicional de Concurso para o Contrato de Patrocínio 2020-2026. Recorde-se que este concurso adicional foi prometido em agosto de 2020, depois de conhecidas as consequências desastrosas do Concurso para o Contrato de Patrocínio 2020-2026. Vem, por isso, tarde, mas com o propósito correto de corrigir as injustiças criadas pelo referido concurso inicial.  

Mas, infelizmente o procedimento adicional de concurso lançado não resolve os problemas decorrentes dos resultados do Concurso de julho passado. Desde logo, e a título exemplificativo, o total de vagas disponibilizadas a concurso na CIM OESTE e na CIM Região de Leiria não são suficientes para financiar todos os alunos matriculados e a frequentar o Ensino Artístico Especializado no ano letivo 2020-2021.

Não bastante, este Concurso Adicional enferma ainda de outros males, senão vejamos:

– Apresenta critérios novos, divergentes dos que foram aplicados no concurso de julho de 2020, nomeadamente, a limitação do nº de vagas que podem ser candidatadas pelas escolas independentemente do número de alunos matriculados. Desta forma, voltam a penalizar as escolas que já tinham sido penalizadas no primeiro concurso, não garantindo às mesmas o financiamento necessário para todos os alunos a frequentar o ano letivo 2020/2021.

– Em particular, aplica um corte de 77% sobre o diferencial das vagas atribuídas no Concurso de 2018/2024 e as vagas obtidas no concurso de julho para os anos 2020 a 2026, o que mesmo com majoração de 40% ou 20%, conforme anunciado no ponto 17 do aviso de abertura do Procedimento Adicional de Concurso, continua a deixar sem financiamento muitos alunos já inscritos e a frequentar esta oferta de ensino.

A manutenção destes cortes afeta a estabilidade, sustentabilidade financeira e a qualidade do Ensino nestas instituições, uma vez que impacta o n.º de alunos financiados nos próximos anos, pondo em causa a manutenção dos postos de trabalho dos professores.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais, legais e regimentais aplicáveis, os Deputados do Partido Social Democrata abaixo assinados, solicitam ao Governo que, por intermédio do Senhor Ministro da Educação, responda às seguintes questões:

1 – Qual é a justificação para a decisão discricionária de permitir o crescimento do n.º de vagas numas escolas e a proibição da manutenção das vagas existentes noutras escolas, ignorando os alunos já matriculados?

2 – Uma vez que o concurso adicional não permitiu corrigir em absoluto os cortes efetuados em julho de 2020, que soluções tem o Governo para os alunos que estão a frequentar o ensino artístico em 2020/2021 e que ficarão fora do ciclo de financiamento de 2020 a 2026?

Artigo de Opinião

Gazeta das Caldas

2021/02/25

O Contributo

Ao longo do último ano tive o gosto de partilhar pensamentos, expor pontos de vista e exprimir opinião sobre várias matérias aqui nesta crónica, sempre com o objetivo de dar um contributo para a reflexão.

Aproveito este momento para agradecer a oportunidade que foi poder partilhar a opinião aqui.

Neste fim de ciclo de crónicas deixo-vos um assunto que me serviu de base para uma iniciativa legislativa.

A experiência autárquica que tenho deu-me um conhecimento profundo das realidades e das pequenas questões que preocupam a população.

Quando fui eleito deputado à Assembleia da República, entre muitas questões que foquei na campanha eleitoral de então, houve uma matéria que me comprometi que haveria de apresentar.

Ora, todos nós conhecemos a realidade associativa do nosso país, que está assente na disponibilidade e “carolice” de tantos que dão do seu tempo para o bem comum, garantindo assim a manutenção de centenas de espaços de convívio em cada uma das localidades espalhadas pelas freguesias do nosso Portugal.

Estas associações sobreviveram à custa do suor e do trabalho voluntário de tantos anónimos que pelo país fora encaram os mandatos associativos como uma missão altruísta em nome da comunidade.

Muitas dessas associações existem, muito antes de qualquer instrumento de gestão territorial e muitas delas não estão identificadas ou licenciadas à data ao abrigo dos referidos planos ou instrumentos.

Passadas que estão algumas décadas do seu “nascimento”, e depois de inúmeros esforços de tantos anónimos e de autarquias que apoiaram o seu crescimento, surge um problema de legalização do edificado das mesmas que, não acompanhando, por um lado, a legislação que foi surgindo e, por outro lado, a necessidade de adequar o “sonho” de ter naquele local um espaço de convívio aos instrumentos de ordenamento do território.

Foi assim que tive a oportunidade de redigir uma proposta de projeto de Lei, consagrando um regime transitório para que as referidas associações legalizem os seus espaços nos locais onde foram construídas. Esta proposta deu entrada esta semana no parlamento e espero que seja bem recebida e que reúna o consenso e os contributos para que se concretize.

A manutenção destes espaços como locais de convívio são um garante de apoio à comunidade que sente estes como um verdadeiro elo de ligação às suas terras.

A possível legalização destes espaços abre caminho para garantir por exemplo coisas tão simples como a obtenção de seguros de responsabilidade civil entre tantas outras vantagens que daí advém.

Que este seja mais um contributo que possa dar para cumprir com os objetivos com que me comprometi.

Bem Hajam.

Hugo Oliveira

Deputados do PSD do círculo de Leiria reúnem em videoconferência com os Presidentes dos Centros Hospitalares de Leiria e do Oeste

PSD reúne com Centros Hospitalares de Leiria e do Oeste

Os deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral de Leiria reuniram esta segunda-feira, dia 22 de fevereiro, com as administrações dos Centros Hospitalares de Leiria e do Oeste.

Preocupados com as consequências da pandemia, estas reuniões solicitadas pelos deputados serviram para fazer um balanço da atividade hospitalar COVID e não COVID dos últimos meses e para enaltecer o trabalho extraordinário realizado pelos profissionais de saúde ao longo dos últimos meses.

Com milhares de consultas e cirurgias ainda por realizar, 20 mil consultas no caso do Centro Hospitalar de Leiria e 15 mil consultas no Centro Hospitalar do Oeste, a aposta na contratualização com privados e terceiro setor ajudou a mitigar alguns destes impactos.

O deputados ficaram preocupados com o fato de existir ainda um elevado número de profissionais de saúde por vacinar em ambos os centros hospitalares.

Há ainda a destacar o facto de no próximo mês de março se prever a abertura de uma unidade de cuidados paliativos em Alcobaça, a primeira unidade do distrito de Leiria. Recorde-se que esta foi uma das bandeiras do PSD na última campanha eleitoral para as eleições legislativas em 2019.

Deputados do PSD questionam Ministra da Agricultura sobre barragem do rio Arnoia em Óbidos

O Aproveitamento Hidroagrícola de Óbidos investimento de cerca de 28M€, compreende um
inimaginável valor acrescido para a Região.
Implementado nos concelhos de Óbidos (cerca de 60%) e Bombarral (cerca de 40%) beneficia
diretamente propriedades nas freguesias de Santa Maria, São Pedro e Sobral da Lagoa, Vau,
Amoreira, Pó e Roliça. Com cerca de 900 (novecentos) beneficiários, para além da inegável
capacitação de valor acrescentado na produção é também um enorme promotor social, uma vez
que a dimensão das parcelas predominantes (nano e microfúndio) demonstram uma clara
agricultura de subsistência.
Os signatários têm conhecimento de que a Direção da Associação de Beneficiários tem vindo a
solicitar aos técnicos, e à Sra. Ministra da Agricultura o agilizar de procedimentos para que seja
possível o fecho das 2 comportas e se inicie o aprovisionamento de água no período de
precipitação para utilização no período estival (meses de maior calor).
Pelo que nos é dado a conhecer, há a necessidade de um parecer prévio por parte da Agência
Portuguesa do Ambiente (APA) para que seja autorizado o fecho das comportas.
Para que a APA possa dar esse seu parecer favorável eventualmente terão de ser feitos
melhoramentos e validação do gerador de emergência. Ora este investimento totaliza um valor
de cerca de 15 mil euros.
Perdem-se todos os dias milhares de metros cúbicos de água pelo não aprovisionamento neste
período de chuva.
Acresce que considerando não ser possível fechar rapidamente as comportas existe a forte
probabilidade de não ser possível iniciar em 2021 o segundo bloco de rega, o bloco da
Amoreira.
Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, os
Deputados abaixo assinados, do Grupo Parlamentar do PSD, vêm, por este meio, dirigir à
Ministra da Agricultura, através de Vossa Excelência, as seguintes perguntas:

  1. Vai a Sra. Ministra empenhar-se em resolver este problema e garantir que não se vão
    continuar a perder milhares de metros cúbicos de água que serão por certo tão importantes
    para a agricultura da região?
  2. Vai a Sra. Ministra providenciar o necessário provisionamento para garantir o fecho das
    comportas e arranjo do gerador?
  3. Garante a Sra. Ministra a necessária cooperação com a tutela da APA para ultrapassar a
    questão levantada?
  4. Vai o ministério da agricultura desbloquear a possibilidade dos confinantes poderem arrendar
    ou adquirir de terrenos pertencentes ao Estado e que se encontram dentro do
    aproveitamento?

    Palácio de São Bento, 12 de fevereiro de 2021
    Deputado(a)s
    HUGO PATRÍCIO OLIVEIRA(PSD)
    MARGARIDA BALSEIRO LOPES(PSD)
    JOÃO GOMES MARQUES(PSD)
    OLGA SILVESTRE(PSD)
    PEDRO ROQUE(PSD)