Deputados do PSD questionam Ministro do Ambiente e Ação Climática sobre a recuperação da Mata Nacional de Leiria

Destinatário: Ministro do Ambiente e Ação Climática

Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República

Na ausência de respostas às perguntas efetuadas ao Governo no dia 10 de fevereiro, reiteramos a resposta às mesmas, mas apresentamos novas questões relativamente à recuperação da Mata Nacional de Leiria.

Recorde-se que a Assembleia da República, após várias recomendações aprovadas e ignoradas pelo Executivo, inscreveu na Lei do Orçamento do Estado para 2021 a autorização de uma despesa pública de 5 milhões de euros para implementar medidas de recuperação e rearborização da Mata Nacional de Leiria e de outras matas de gestão pública.

O Orçamento do Estado para 2021 (Lei n.º 75-B/ 2020, de 31 de dezembro) determinou ainda a criação de um portal eletrónico de acesso geral para divulgação da informação sobre o prosseguimento das ações de recuperação da Mata Nacional de Leiria, na sequência da falta de execução de recomendações no mesmo sentido.

É fundamental que o Governo e o ICNF prestem contas do trabalho realizado na Mata Nacional de Leiria.

Adicionalmente, e sendo público que a proveniência das plantas instaladas desde os incêndios de outubro de 2017 não tem origem exclusiva na Mata Nacional de Leiria, importava apurar a sua proveniência na medida em que as informações prestadas pelo ICNF sobre esta matéria não têm sido cabalmente esclarecedoras.

Nestes termos, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicita-se a V. Exa. que diligencie, junto do Ministério do Ambiente e Ação Climática, a resposta às seguintes questões:

  1. Relativamente aos 5 milhões de euros inscritos na Lei do Orçamento do Estado para 2021, de que forma está calendarizada e planeada a sua execução?
  2. Sendo evidente o mau estado das estradas da Mata Nacional de Leiria, para quando a intervenção na sua requalificação?
  3. Estando previsto na Lei do Orçamento do Estado para 2021, e tendo sido garantido à imprensa o lançamento público – no dia 21 de março – do portal eletrónico de acesso geral para divulgação da informação sobre o prosseguimento das ações de recuperação da Mata Nacional de Leiria, quando será efetivamente lançado o referido portal?
  4. Superando o número de plantas instaladas os 1.972.500 indivíduos, que percentagem é proveniente da Mata Nacional de Leiria?
  5. Qual é a proveniência das plantas?

Palácio de S. Bento, 30 de março de 2021,

Os deputados do PSD,

Margarida Balseiro Lopes

Hugo Oliveira

Pedro Roque

Olga Silvestre

João Marques

Alexandre Poço

PSD questiona o Ministro da Educação sobre a manutenção das injustiças no concurso adicional para o Ensino Artistico

Assunto: Concurso adicional para o Ensino Artístico mantém injustiças

Destinatário: Ministro da Educação

No dia 26 de janeiro de 2021 foi finalmente lançado o Procedimento Adicional de Concurso para o Contrato de Patrocínio 2020-2026. Recorde-se que este concurso adicional foi prometido em agosto de 2020, depois de conhecidas as consequências desastrosas do Concurso para o Contrato de Patrocínio 2020-2026. Vem, por isso, tarde, mas com o propósito correto de corrigir as injustiças criadas pelo referido concurso inicial.  

Mas, infelizmente o procedimento adicional de concurso lançado não resolve os problemas decorrentes dos resultados do Concurso de julho passado. Desde logo, e a título exemplificativo, o total de vagas disponibilizadas a concurso na CIM OESTE e na CIM Região de Leiria não são suficientes para financiar todos os alunos matriculados e a frequentar o Ensino Artístico Especializado no ano letivo 2020-2021.

Não bastante, este Concurso Adicional enferma ainda de outros males, senão vejamos:

– Apresenta critérios novos, divergentes dos que foram aplicados no concurso de julho de 2020, nomeadamente, a limitação do nº de vagas que podem ser candidatadas pelas escolas independentemente do número de alunos matriculados. Desta forma, voltam a penalizar as escolas que já tinham sido penalizadas no primeiro concurso, não garantindo às mesmas o financiamento necessário para todos os alunos a frequentar o ano letivo 2020/2021.

– Em particular, aplica um corte de 77% sobre o diferencial das vagas atribuídas no Concurso de 2018/2024 e as vagas obtidas no concurso de julho para os anos 2020 a 2026, o que mesmo com majoração de 40% ou 20%, conforme anunciado no ponto 17 do aviso de abertura do Procedimento Adicional de Concurso, continua a deixar sem financiamento muitos alunos já inscritos e a frequentar esta oferta de ensino.

A manutenção destes cortes afeta a estabilidade, sustentabilidade financeira e a qualidade do Ensino nestas instituições, uma vez que impacta o n.º de alunos financiados nos próximos anos, pondo em causa a manutenção dos postos de trabalho dos professores.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais, legais e regimentais aplicáveis, os Deputados do Partido Social Democrata abaixo assinados, solicitam ao Governo que, por intermédio do Senhor Ministro da Educação, responda às seguintes questões:

1 – Qual é a justificação para a decisão discricionária de permitir o crescimento do n.º de vagas numas escolas e a proibição da manutenção das vagas existentes noutras escolas, ignorando os alunos já matriculados?

2 – Uma vez que o concurso adicional não permitiu corrigir em absoluto os cortes efetuados em julho de 2020, que soluções tem o Governo para os alunos que estão a frequentar o ensino artístico em 2020/2021 e que ficarão fora do ciclo de financiamento de 2020 a 2026?

Deputados do PSD questionam Ministra da Agricultura sobre barragem do rio Arnoia em Óbidos

O Aproveitamento Hidroagrícola de Óbidos investimento de cerca de 28M€, compreende um
inimaginável valor acrescido para a Região.
Implementado nos concelhos de Óbidos (cerca de 60%) e Bombarral (cerca de 40%) beneficia
diretamente propriedades nas freguesias de Santa Maria, São Pedro e Sobral da Lagoa, Vau,
Amoreira, Pó e Roliça. Com cerca de 900 (novecentos) beneficiários, para além da inegável
capacitação de valor acrescentado na produção é também um enorme promotor social, uma vez
que a dimensão das parcelas predominantes (nano e microfúndio) demonstram uma clara
agricultura de subsistência.
Os signatários têm conhecimento de que a Direção da Associação de Beneficiários tem vindo a
solicitar aos técnicos, e à Sra. Ministra da Agricultura o agilizar de procedimentos para que seja
possível o fecho das 2 comportas e se inicie o aprovisionamento de água no período de
precipitação para utilização no período estival (meses de maior calor).
Pelo que nos é dado a conhecer, há a necessidade de um parecer prévio por parte da Agência
Portuguesa do Ambiente (APA) para que seja autorizado o fecho das comportas.
Para que a APA possa dar esse seu parecer favorável eventualmente terão de ser feitos
melhoramentos e validação do gerador de emergência. Ora este investimento totaliza um valor
de cerca de 15 mil euros.
Perdem-se todos os dias milhares de metros cúbicos de água pelo não aprovisionamento neste
período de chuva.
Acresce que considerando não ser possível fechar rapidamente as comportas existe a forte
probabilidade de não ser possível iniciar em 2021 o segundo bloco de rega, o bloco da
Amoreira.
Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, os
Deputados abaixo assinados, do Grupo Parlamentar do PSD, vêm, por este meio, dirigir à
Ministra da Agricultura, através de Vossa Excelência, as seguintes perguntas:

  1. Vai a Sra. Ministra empenhar-se em resolver este problema e garantir que não se vão
    continuar a perder milhares de metros cúbicos de água que serão por certo tão importantes
    para a agricultura da região?
  2. Vai a Sra. Ministra providenciar o necessário provisionamento para garantir o fecho das
    comportas e arranjo do gerador?
  3. Garante a Sra. Ministra a necessária cooperação com a tutela da APA para ultrapassar a
    questão levantada?
  4. Vai o ministério da agricultura desbloquear a possibilidade dos confinantes poderem arrendar
    ou adquirir de terrenos pertencentes ao Estado e que se encontram dentro do
    aproveitamento?

    Palácio de São Bento, 12 de fevereiro de 2021
    Deputado(a)s
    HUGO PATRÍCIO OLIVEIRA(PSD)
    MARGARIDA BALSEIRO LOPES(PSD)
    JOÃO GOMES MARQUES(PSD)
    OLGA SILVESTRE(PSD)
    PEDRO ROQUE(PSD)

Deputados do PSD de Leiria questionam Ministro do Ambiente e Ação Climática sobre a execução de ações na Mata Nacional de Leiria

A recuperação do património natural do Pinhal do Leiria, prometida após os incêndios de 2017
que consumiram cerca de 9 500 hectares da Mata Nacional de Leiria, tem revelado atrasos
consecutivos e tem exposto as dificuldades do Governo em gerir um espaço florestal com
desafios diversos ao nível da escassez de recursos, da falta de calendarização das ações e dos
crescentes problemas fitossanitários das espécies florestais.
A Assembleia da República, após várias recomendações aprovadas e ignoradas pelo Executivo,
inscreveu em lei no Orçamento do Estado para 2021 a autorização de uma despesa pública de
5 milhões de euros para implementar medidas de recuperação e rearborização da Mata
Nacional de Leiria e de outras matas de gestão pública.
O Orçamento do Estado para 2021 (Lei n.º 75-B/ 2020, de 31 de dezembro) determinou ainda a
criação de um portal eletrónico de acesso geral para divulgação da informação sobre o
prosseguimento das ações de recuperação da Mata Nacional de Leiria, na sequência da falta de
execução de recomendações no mesmo sentido.
Nestes termos, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicita-se a
V. Exa. que diligencie, junto do Ministério do Ambiente e Ação Climática, a resposta às
seguintes questões:

1. Qual a calendarização das ações a implementar na Mata Nacional de Leiria, no primeiro
trimestre de 2021?

  1. Quais as ações que estão previstas para os trimestres seguintes de 2021?
    Quando será público o portal eletrónico de acesso geral para divulgação da informação sobre
    o prosseguimento das ações de recuperação da Mata Nacional de Leiria? Os Deputados,

MARGARIDA BALSEIRO LOPES(PSD)
HUGO PATRÍCIO OLIVEIRA(PSD)
PEDRO ROQUE(PSD)
OLGA SILVESTRE(PSD)
JOÃO GOMES MARQUES(PSD)

Deputados do PSD de Leiria questionam Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

O distrito de Leiria é reconhecidamente laborioso, onde operam muitas e boas empresas que empregam milhares de trabalhadores e são responsáveis por uma considerável parte das exportações portuguesas.

Trata-se de um distrito sensível à inovação, em que se destacam empresas com tecnologia de ponta, e à sustentabilidade e competitividade.

Estas empresas são atentas às dificuldades de uma economia aberta e global e, por isso, apostadas na melhoria contínua dos seus processos produtivos e, naturalmente, dispostos a investir no melhor dos seus recursos: Os seus trabalhadores.

Estas unidades, em especial as industriais, são, por isso, utilizadoras intensivas dos meios de melhoria das capacitações dos seus colaboradores e acreditam numa formação contínua, ao longo da vida, atenta a evolução das economia e dos mercados e, bem assim, dos processos produtivos.

A aposta no enriquecimento curricular e de capacitação dos trabalhadores é a garantia de criar riqueza, melhor, mais bem pago e sustentável emprego.

Acontece, porém, que apesar destas necessidades de formação avançada, o distrito de Leiria não dispõe de um Centro de Formação devidamente equipado e capaz de responder ao tecido produtivo da região.

Nestes termos e nos mais de direito os Deputados do GP/PSD perguntam:

Tem o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social programado investir num Centro de Formação avançada no distrito de Leiria?

Deputados do PSD apresentam Projeto de Resolução para a criação de uma ETES na bacia Hidrográfica do Rio Lis

Projeto de Resolução nº 790/XIV/2.ª Recomenda ao Governo a construção de uma Estação de Tratamento e Valorização e de Efluentes Suinícolas para Despoluição da bacia Hidrográfica do Rio Lis

Projeto de Resolução nº 790/XIV/2.ª

Recomenda ao Governo a construção de uma Estação de Tratamento e Valorização e de Efluentes Suinícolas para Despoluição da bacia Hidrográfica do Rio Lis

O sector da suinicultura em Portugal tem sido confrontado com diversos desafios ao longo dos anos. Desde o escoamento do produto final, às questões ambientais relacionadas com a industrialização da suinicultura, o sector teve de ultrapassar várias barreiras para alcançar o atual nível de produção de carne de suíno, que se mantem estável e associado a padrões de elevada qualidade no mercado internacional.

Na região de Leiria, onde se concentra cerca de 15% do total da produção suinícola nacional, o sector da suinicultura tem um peso considerável quer na economia local ao nível do emprego direto e indireto, quer no contributo para o grau de autoaprovisionamento nacional deste tipo de carne (70%).

Estima-se que na área dos concelhos de Leiria, Porto de Mós e Batalha se concentre cerca de quatrocentas suiniculturas, com um efetivo animal superior a trezentos mil. Esta concentração acarreta a par do desenvolvimento económico da região, uma pressão ambiental que carece de soluções integradas e sustentáveis.

Na verdade, a região envolvente ao Rio Lis e a sua bacia hidrográfica continuam a não ter implementada uma estratégica nacional que crie resoluções para os problemas ambientais nas massas de água superficiais e subterrâneas que consequentemente originam a degradação do espaço envolvente. Em particular não tem um plano que dê primazia à valorização agrícola de efluentes agropecuários e agroindustriais.

No passado chegou a estar previsto a construção de uma Estação de Tratamento de Efluentes Suinícolas financiado através do PRODER, mas por questões processuais não foi executado.

Face a este acontecimento, em 2019, o Governo através do Despacho nº 6312/2019 assumiu a necessidade de criar um serviço público destinado ao tratamento e valorização dos efluentes agropecuários e agroindustriais, optando por encarregar a empresa pública AdP Energia Renováveis e Serviços Ambientais S.A. de estudar e apontar uma solução de recolha, tratamento e valorização dos efluentes.

Contudo, estranhamente, na apresentação da Estratégia Nacional para os Efluentes Agropecuários e Agroindustriais-ENEAPAI 2030, o Governo não garantiu nem apontou qualquer solução ou projeto para a despoluição da bacia hidrográfica do Lis. Aliás, foi apenas apontada a possibilidade de aproveitamento das ETAR existentes no subsistema do Lis, tendo sido rejeitado de imediato pela CIMRL e pela empresa concessionária Águas do Centro Litoral SA.

O PSD entende que no caso em concreto não são necessários mais estudos pois a existência de uma ETES (Estação de Tratamento de Efluentes Suinícolas) irá corresponder ao desiderato de recolha, tratamento e valorização energética e agrícola dos efluentes das suiniculturas da região, e irá constituir-se como a solução adequada de despoluição da bacia hidrográfica do Lis, bem como a sustentabilidade da atividade económica que é a suinicultura na região.

Assim, nos termos constitucionais e regimentais aplicáveis, os Deputados abaixo assinados, do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata, apresentam o seguinte projeto de Resolução:

A Assembleia da República resolve, nos termos do disposto do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição da República Portuguesa, recomendar ao Governo que:

  1. Disponibilize os resultados dos estudos já realizados pela AdP Energia Renováveis e Serviços Ambientais S.A. financiados pelo Fundo Ambiental.
  2. Crie e implemente uma solução eficaz e exequível para a recolha, tratamento e valorização energética e agrícolas dos efluentes suinícolas, contribuindo para a urgente despoluição da bacia hidrográfica do Lis, através da construção da Estação de Tratamento de Efluentes Suinícolas na Região do Lis.

Palácio de São Bento, 10 de dezembro de 2020.

Os deputados do PSD,

João Marques, Catarina Rocha Ferreira, Emília Cerqueira, Margarida Balseiro Lopes, Hugo Oliveira, Pedro Roque, Olga Silvestre, António Lima Costa, António Ventura, Cristóvão Norte, João Moura, Paulo Leitão, Carlos Eduardo Reis, Afonso Oliveira, Carla Barros, Rui Silva, Maria Germana Rocha, Nuno Carvalho, Rui Cristina, Sara Madruga da Costa

Ouvida a Associação de Pescadores e Mariscadores da Lagoa de Óbidos os deputados do PSD voltam a questionar o Ministro do Ambiente e Ação climática sobre a Sustentabilidade da biodiversidade dos ecossistemas no âmbito das dragagens da Lagoa de Óbidos ( em virtude de ainda não ter sido respondida após 10 Meses)

Ouvida a Associação de Pescadores e Mariscadores da lagoa de Óbidos os deputados do PSD voltam a questionar o Ministro do Ambiente e Ação climática sobre a  Sustentabilidade da biodiversidade dos ecossistemas no âmbito das dragagens da Lagoa de Óbidos, em virtude de ainda não ter sido respondida após 10 Meses.

https://hugooliveira.net/index.php/assembleia-da-republica/perguntas-ao-governo/

A Lagoa de Óbidos é um sistema lagunar ímpar no nosso país e que ao longo das décadas tem sofrido diversas intervenções com vista a garantir a sua “sobrevivência”.

As dragagens nas “cabeceiras” da Lagoa, obras fundamentais para a salvaguarda da preservação da biodiversidade, teriam início – segundo declarações do Sr. Ministro do Ambiente e Ação Climática em audição na Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território – ainda no segundo trimestre de 2020  prolongando-se por um período estimado de 18 meses, não tendo no entanto, à data estas sido iniciadas, esperemos que iniciem este mês.

Tendo em conta o impacto na economia regional que estas dragagens podem, muito provavelmente, vir a ter no futuro imediato, há necessidade de acautelar as atividades que dependem da lagoa, nomeadamente as de pesca e mariscaria.

Face ao exposto, reiterando pergunta já efetuada em Março de 2020 e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, os deputados abaixo assinados do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata vêm perguntar ao Senhor Ministro do Ambiente e Ação Climática, através de V. Exa., o seguinte:

1 – Existe algum estudo sobre os possíveis impactos da dragagem na Lagoa de Óbidos na população de bivalves?

2 – Estão identificadas, e se sim quais são, as limitações que os pescadores e mariscadores terão de enfrentar enquanto estas mesmas dragagens estiverem em curso?

3 – De que forma será monitorizada a qualidade da água durante o processo de dragagens, com

que frequência e em que locais serão feitas as recolhas?

4 – Durante as obras das dragagens está prevista a produção de relatórios de execução regulares dos trabalhos em curso? Com que regularidade e com que norma de publicitação?

5 – No caso de serem identificadas contaminações que obriguem à suspensão da atividade de apanha de bivalves, que medidas estão previstas para apoiar os pescadores e mariscadores?